Monte Moriá — Enciclopédia Bíblica e Teológica
MORIÁ (Monte)
(Heb. מוֹרִיָּה, môriyyâ; gr. Αμορια, Amoria [2Cr 3.1]; lat. Moria [2Cr 3.1].)
Moriá é a designação geográfica ligada, na Bíblia, ao sacrifício de Isaque e ao Templo de Salomão. Gn 22.2 situa o episódio na “terra de Moriá”, sem nomear a montanha; 2Cr 3.1 localiza o Templo em Jerusalém, no “monte Moriá”, e associa o lugar à eira de Ornã. A relação entre essas duas ocorrências constitui o principal problema histórico, literário e topográfico do nome.
I. Moriá no texto bíblico
Moriá ocorre apenas em dois textos do AT, Gn 22.2 e 2Cr 3.1, mas as duas ocorrências exercem peso desproporcional na história da interpretação bíblica. Em Gn 22.2, a expressão “terra de Moriá” introduz o cenário do sacrifício de Isaque sem identificar nominalmente a montanha; em 2Cr 3.1, “monte Moriá” designa o local do Templo de Salomão em Jerusalém. A diferença entre uma região não precisamente localizada e um monte explicitamente associado ao Templo constitui o ponto de partida para quase todas as questões filológicas, históricas e teológicas relacionadas ao nome (Davila, 1992: 4.905–906, The Anchor Bible Dictionary, ed. Doubleday).
A leitura canônica aproximou essas duas referências e fez de Moriá um elo entre Abraão, Davi, Salomão e o culto de Jerusalém. Essa aproximação, contudo, não deve apagar a diferença textual entre as passagens: Gn 22 não menciona Jerusalém nem chama a montanha de “Moriá”, enquanto 2Cr 3.1 fornece uma identificação geográfica e cultual explícita. A análise do nome deve distinguir a ocorrência patriarcal, a identificação cronística e a história posterior da recepção (cf. §§ I.A–C; III; V–VI).
A. A “terra de Moriá” em Gn 22.2
Gn 22.2 envia Abraão à “terra de Moriá”, onde deverá oferecer Isaque “sobre uma montanha” posteriormente indicada. Moriá designa a região, não uma montanha já nomeada. O relato também explora a linguagem de ver e prover (Gn 22.4, 8, 13–14), o que favoreceu interpretações do topônimo a partir da raiz “ver”, sem estabelecer sua etimologia (cf. § II.C). A forma final da narrativa pode ser lida em direção a Jerusalém, mas Gn não menciona Jerusalém, Sião ou Templo (Moberly, 1992: 46–48, Genesis 12–50, ed. Sheffield Academic Press/Bloomsbury).
B. O “monte Moriá” em 2Cr 3.1
Segundo a BJ, Salomão iniciou a construção da Casa de Iahweh “em Jerusalém, sobre o monte Moriá” (2Cr 3.1). O MT apresenta הַמּוֹרִיָּה (hammôriyyâ), com waw, e esta é a única passagem bíblica que emprega explicitamente “monte Moriá”. O cronista reúne a montanha abraâmica, a eira de Araúna/Ornã e o local do Templo salomônico (Japhet, 1993: 551–553, I & II Chronicles: A Commentary, ed. Westminster John Knox Press).
C. A relação entre Gn 22 e 2Cr 3
A identificação tradicional da montanha do sacrifício com o Templo resulta da leitura conjunta dessas passagens. 2Cr 3.1 explicita uma associação que Gn 22 não formula geograficamente; por isso, Gn 22.2 não deve ser parafraseado como se Abraão tivesse sido enviado diretamente ao “Monte Moriá em Jerusalém”. Não há consenso sobre a antiguidade dessa identificação, mas, na forma canônica do AT, 2Cr 3.1 estabelece o elo textual entre Moriá, Jerusalém e o Templo (Japhet, 1993: 3.551–553; Garber, 1986: 3.412, The International Standard Bible Encyclopedia, vol. 3, ed. Eerdmans; cf. §§ III.A–C; V).
II. Nome, texto e etimologia
Em Gn 22.2 aparece אֶרֶץ הַמֹּרִיָּה (ʾereṣ hammôriyyâ, “terra de Moriá”); em 2Cr 3.1, הַר הַמּוֹרִיָּה (har hammôriyyâ, “monte Moriá”), com waw. A diferença gráfica e o artigo definido ajudam a explicar a variedade das interpretações antigas, sem resolver a formação do nome (Prudký, 2024: 120–121, “The Enigma of the Temple Site and the Word-play ‘Moriah’”, ed. Karolinum Press).
A. A forma hebraica
A terminação -יָה (-yâ) pode ser entendida como elemento teofórico relacionado ao nome divino abreviado; a derivação de mor- ou mori- permanece incerta. O significado de Moriá não é lexicalmente estabelecido, e a conhecida explicação por “ver” acrescida do elemento divino não oferece demonstração filológica suficiente (Davila, 1992: 4.905–906).
B. Moriá nas antigas versões
Em Gn 22.2, a LXX traduz εἰς τὴν γῆν τὴν ὑψηλήν, “para a terra elevada”, enquanto a Vg apresenta in terram visionis, “à terra da visão”. Em 2Cr 3.1, ambas tratam Moriá como topônimo: ἐν ὄρει τοῦ Αμορια e in monte Moria. A tradição siríaca lê “terra dos amorreus”, e a samaritana preserva grafias que favoreceram outras associações semânticas. A diversidade mostra que não havia na Antiguidade uma interpretação lexical única para o nome (Prudký, 2024: 121–123).
C. Principais propostas etimológicas
As principais propostas relacionam Moriá a ראה (rʾh, “ver”), ירא (yrʾ, “temer”) ou ירה (yrh, “ensinar, instruir”). A primeira é favorecida pelo jogo verbal de Gn 22.4, 8, 13–14; a segunda encontra eco em “agora sei que temes a Deus” (22.12); a terceira foi amplamente explorada na recepção judaica. Nenhuma alcançou consenso filológico, e o valor literário dessas associações deve ser distinguido da origem histórica do topônimo (Prudký, 2024: 121–125).
O fragmento 1 de 4QGen-Exodᵃ preserva Elohim em Gn 22.14 onde o MT lê Iahweh na primeira metade do versículo; a segunda metade não sobreviveu. O testemunho interessa à crítica textual do jogo verbal, mas não constitui atestação independente de Moriá (Davila, 1991: 577–582, “The Name of God at Moriah:...”, ed. Society of Biblical Literature; Davila, 1992: 4.905).
D. Atestações extrabíblicas
Não se conhece atestação segura de Moriá como topônimo independente nos corpora do antigo Oriente Próximo. Uma inscrição de Khirbet Beit Lei já foi lida como contendo המוריה (hmwryh), mas a superfície é problemática e a leitura não serve como confirmação epigráfica segura (Kalimi, 1990: 347, “The Land of Moriah, Mount Moriah, and the Site of Solomon’s Temple in Biblical Historiography”, ed. Cambridge University Press). As ocorrências posteriores em Josefo e outras fontes judaicas pertencem à recepção do nome, não à sua atestação pré-bíblica (Prudký, 2024: 113, 127).
III. Onde ficava Moriá?
Em Gn 22.2, Moriá designa uma terra sem cidade identificada; em 2Cr 3.1, o monte localiza-se explicitamente em Jerusalém. A localização hierosolimitana é segura para 2Cr, mas sua aplicação ao cenário de Gn 22 depende da identificação canônica posterior (Davila, 1992: 4.905–906; Garber, 1986: 3.412).
A. Jerusalém e o Monte do Templo
O monte de 2Cr 3.1 corresponde à elevação setentrional da colina oriental de Jerusalém, ao norte da Cidade de Davi, onde o substrato rochoso sobe em direção à área do atual Monte do Templo (Magness, 2012: 20–23, The Archaeology of the Holy Land, ed. Cambridge University Press). Gn não identifica essa elevação com sua montanha; a localização de 2Cr 3.1 e a reconstrução histórica de Gn 22 são questões distintas (Moberly, 1992: 46–48; Wenham, 1994: 105, 117, Genesis 16–50, Volume 2, ed. Zondervan Academic; cf. § VII).
B. A eira de Araúna/Ornã
2Sm 24 situa na eira de Araúna o altar erguido por Davi após a peste; 1Cr 21.28–22.1 transforma o local no futuro centro do culto; 2Cr 3.1 o denomina “monte Moriá”. 1–2Cr articula, desse modo, tradição abraâmica, eira jebusita e Templo salomônico (Japhet, 1993: 551–553; cf. §§ I.B; V.A).
C. Moriá e o atual Monte do Templo
O local tradicional de Moriá encontra-se hoje no recinto do Monte do Templo ou Ḥaram al-Sharīf. A plataforma atual resulta, porém, de sucessivas transformações e não reproduz simplesmente a configuração da elevação salomônica. A localização exata do Primeiro Templo dentro da plataforma permanece discutida, e as possibilidades de escavação direta são muito limitadas. A rocha coberta pela Cúpula da Rocha não permite determinar arqueologicamente o ponto preciso do altar de Salomão nem o cenário de Gn 22 (Baruch, Reich e Sandhaus, 2018: 3–7, 21, “A Decade of Archaeological Exploration on the Temple Mount”, ed. Taylor & Francis; cf. § VII).
D. A alternativa samaritana: Monte Gerizim
A tradição samaritana associa Gn 22 ao monte Gerizim e relaciona Moriá a Moreh (Gn 12.6). Essa identificação integra a centralidade de Gerizim no Pentateuco Samaritano, mas não demonstra que o monte tenha sido o cenário original de Gn 22. Jerusalém, por sua vez, é explicitamente estabelecida por 2Cr 3.1 (Garber, 1986: 3.412; cf. § VI.A).
- Veja também: Monte Gerizim.
IV. Moriá, Abraão e o sacrifício de Isaque
Gn 22.1–19 apresenta o episódio como prova de Abraão. O leitor conhece essa informação desde o início, enquanto Abraão desconhece o desfecho; a tensão recai sobre Isaque, filho amado e portador da promessa (Coats, 1973: 392–395, “Abraham’s Sacrifice of Faith:...”, ed. SAGE Journals; Lawlor, 1980: 19–24, “The Test of Abraham: Genesis 22:1–19”).
A. A prova de Abraão
A ordem de Gn 22.2 retoma a convocação de Gn 12.1: em ambos os casos Abraão parte para um destino indicado por Deus. Em Gn 22, porém, a exigência recai sobre aquele por meio de quem o futuro prometido deveria continuar. A fórmula da BJ, “teu filho, teu único, que amas, Isaac”, intensifica a tensão; a interrupção do sacrifício e a renovação da promessa em 22.15–18 vinculam a prova à obediência de Abraão (Coats, 1973: 392–395; Lawlor, 1980: 22–24). Isaque representa, nesse sentido, o futuro do patriarca (Landy, 1989: 3–4, Signs and Wonders, ed. SBL Press).
B. Sacrifício, substituição e provisão
A intervenção divina ocorre antes da morte, e o carneiro é oferecido “em lugar de seu filho” (Gn 22.13); a substituição é explícita na forma final do relato (Lack, 1975: 7–8, “Le sacrifice d’Isaac — Analyse structurale de la couche élohiste dans Gn 22”, ed. Peeters; Coats, 1973: 394–395). Reduzir a narrativa a uma simples abolição do sacrifício humano obscurece sua complexidade: a possibilidade do sacrifício infantil integra seu horizonte religioso, mas a prova culmina na preservação de Isaque e na continuidade da promessa (Noort, 2002: 18–20, The Sacrifice of Isaac, ed. Brill).
C. O lugar da provisão divina
A raiz ראה (rʾh, “ver”) percorre Gn 22: Abraão vê o lugar e o carneiro, e a mesma raiz aparece em 22.8 e 22.14. A BJ traduz esses últimos usos no campo de “prover”, expressando a função teológica do contexto sem reproduzir o jogo lexical hebraico. O efeito literário associa o lugar a visão e provisão, sem resolver a etimologia de Moriá (Coats, 1973: 393–394; Moberly, 1992: 46–48; cf. §§ II.C; V).
- Veja também: Sacrifício de Isaque.
V. Moriá e o Templo
Em 2Cr 3.1, a relação entre Moriá e o Templo torna-se explícita. 1Rs descreve a construção sem nomear a montanha; 2Cr reúne Jerusalém, a eira davídica e Moriá numa mesma geografia sagrada (Kalimi, 1990: 357–359; Japhet, 1993: 551–553; cf. § I.C).
A. Da eira de Ornã ao Templo
A conexão é preparada em 1Cr 21.26–22.1: após o fogo divino sobre o altar, Davi reconhece a eira de Ornã como o futuro lugar da Casa de Iahweh. Na dedicação do Templo, fogo consome os sacrifícios e a glória divina enche a Casa (2Cr 7.1–3), relacionando altar, escolha e confirmação do lugar (Kalimi, 1990: 357–359; Kislev, 2020: 2–4, “The Role of the Altar in the Book of Chronicles”, ed. Journal of Hebrew Scriptures).
B. Moriá como identificação cronística
A formulação de 2Cr 3.1 tem sido entendida tanto como preenchimento de informação ausente em 1Rs e articulação entre Aqedá, eira de Ornã e santuário quanto como apropriação jerusalemita de uma localização ainda aberta em Gn 22. As reconstruções divergem, mas o dado textual permanece: 2Cr associa explicitamente Moriá ao Templo (Kalimi, 1990: 345–350, 357–362; Prudký, 2024: 115–117, 126–128).
C. Altar, presença divina e santidade do lugar
Gn 22 conhece um altar ocasional; o Templo constitui a morada divina e o centro de culto institucionalizado (Haran, 1985: 16–17, Temples and Temple-Service in Ancient Israel, ed. Eisenbrauns). 1–2Cr aproxima essas realidades por meio do altar, do fogo divino e da glória de Iahweh; sua apresentação do culto salomônico distingue o altar sacrificial de bronze do altar de ouro destinado ao incenso (Kislev, 2020: 2–4; Shapira, 2026: 8–9, “Altering Solomon’s Alternative Altar: Chronicles’ Revision of Kings in Light of Priestly Tradition”, ed. MDPI). A associação entre teofania e santuário também caracteriza a teologia de Sião (Levenson, 1985: 94–95, Sinai and Zion, ed. HarperCollins; cf. § VII).
- Veja também: Templo de Salomão.
VI. História da interpretação judaica e cristã
A recepção de Gn 22 definiu progressivamente uma geografia sagrada para Moriá. Jub. 18.13 relaciona o lugar ao monte Sião, e Josefo associa a montanha do sacrifício ao futuro local do Templo (Ant. 1.227; 7.333) (Kessler, 2004: 82–83, Bound by the Bible, ed. Cambridge University Press). 4Q225 desenvolve a Aqedá com Mastema, anjos e uma possível indicação da participação voluntária de Isaque, cuja reconstrução permanece discutida (García Martínez, 2002: 49–57, “The Sacrifice of Isaac in 4Q225”, ed. Brill).
A. Interpretação judaica
Na literatura rabínica, Moriá foi ligado a Sião e ao Templo, enquanto Gen. Rab. 55.7 e tradições afins exploraram associações com visão, temor, ensino e correspondência entre o Templo terrestre e o celestial. A Aqedá integrou também a linguagem do mérito dos patriarcas e da memória redentora, com crescente ênfase na disposição de Isaque para o sacrifício (Kessler, 2004: 64–66, 87–89, 128–130). A tradição samaritana, por outro lado, preservou uma geografia concorrente centrada no monte Gerizim (Kessler, 2004: 88–89; cf. § III.D).
B. Interpretação cristã
A interpretação cristã antiga desenvolveu sobretudo uma leitura tipológica. Isaque carregando a lenha foi relacionado a Cristo carregando a cruz; o carneiro oferecido em seu lugar também recebeu significado cristológico, de modo que sacrifício, sacerdócio e cruz passaram a convergir na leitura do episódio (Orígenes, 1982: 141–146, Homilies on Genesis and Exodus, ed. The Catholic University of America Press). Essas releituras pertencem à história da recepção e não resolvem a localização histórica de Gn 22 (cf. §§ III; VII).
- Veja também: Sião.
VII. História, topografia e limites da evidência
O núcleo antigo de Jerusalém desenvolveu-se na colina oriental, junto à fonte de Giom; o substrato rochoso sobe para o norte até a área posteriormente ocupada pelo Monte do Templo (Magness, 2012: 20–23). Há evidências arqueológicas de atividade nessa área durante a Idade do Ferro, incluindo cerâmica dos séculos VIII–VII a.C. e materiais orgânicos datados entre os séculos VIII–VI a.C. A interpretação é limitada porque parte dos materiais provém de aterros sem contexto estratigráfico controlado e escavações sistemáticas sobre grande parte da plataforma não são possíveis (Baruch, Reich e Sandhaus, 2018: 3–7).
Esses dados esclarecem a história física da área, mas não identificam arqueologicamente o “Moriá” de Gn 22. A associação com o Monte do Templo depende de 2Cr 3.1 e de sua recepção, não de inscrição, estrutura ou camada vinculável ao episódio patriarcal (Baruch, Reich e Sandhaus, 2018: 3–7, 21; Prudký, 2024: 115–117; cf. §§ I.C; V).
- Veja também: Monte do Templo.
VIII. Significado teológico de Moriá
Em Gn 22, Moriá concentra a tensão entre promessa e prova. Isaque representa a continuidade da descendência prometida, mas a ordem de oferecê-lo parece colocar a própria promessa em tensão; sua preservação reafirma que o futuro não depende da capacidade humana de garanti-lo (Noort, 2002: 5–6, 19–20; Campbell, 2019: 125–126, “The Surety of God’s Promises:...”, ed. SAGE Journals; cf. § IV).
A provisão constitui o segundo eixo: a BJ traduz que Deus “proverá” o cordeiro, e o carneiro é oferecido “em lugar de seu filho” (Gn 22.8, 13), enquanto o MT explora a raiz de “ver” em 22.14 (Moberly, 1992: 46–48). Na leitura canônica, 2Cr 3.1 acrescenta a dimensão do Templo, integrando Moriá à teologia do altar, do culto e da presença divina sem autorizar a retrojeção automática dessa geografia para Gn 22 (cf. § V).
Veja também
- Leia mais: Abraão; Isaque; Jerusalém, Araúna (Ornã); Davi; Salomão
Abreviaturas
As abreviaturas abaixo são empregadas no corpo do verbete e no aparato bibliográfico.
A. Livros da Bíblia
Gn = Gênesis
2Sm = Segundo Livro de Samuel
1Rs = Primeiro Livro dos Reis
1Cr = Primeiro Livro das Crônicas
2Cr = Segundo Livro das Crônicas
1–2Cr = Primeiro e Segundo Livros das Crônicas
B. Fontes primárias e literatura antiga
Ant. = Flávio Josefo, Antiguidades Judaicas
Gen. Rab. = Gênesis Rabbah
Jub. = Jubileus
4Q225 = manuscrito 4Q225 de Qumran, tradicionalmente designado Pseudo-Jubileus
4QGen-Exodᵃ = 4QGenesis-Exodusᵃ
C. Versões e tradições textuais
BJ = Bíblia de Jerusalém
LXX = Septuaginta
MT = Texto Massorético
Vg = Vulgata
D. Línguas e corpora
Heb. = hebraico
Gr. = grego
Lat. = latim
E. Abreviaturas acadêmicas e editoriais
AT = Antigo Testamento
a.C. = antes de Cristo
cf. = compare; veja
DOI = Digital Object Identifier
ed. = editora ou editor(a), conforme o contexto
SBL = Society of Biblical Literature
vol. = volume
§ = seção
§§ = seções
Bibliografia
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ORIGEN. Homilies on Genesis and Exodus. Trad. Ronald E. Heine. The Fathers of the Church 71. Washington, DC: The Catholic University of America Press, 1982.
Cite este artigo
FÖRSTER, Davi Henrique. “Deus”. In.: GALVÃO, Eduardo G., (ed.) et al. Enciclopédia Bíblica e Teológica. [S. l.], publicado originalmente em 22 jul. 2009. Disponível em: [inserir URL do artigo]. Acesso em: [data].
