Romanos 8.22 ♱ A Criação Geme em Dores de Parto
Romanos 8.22
A criação que aguardava sua libertação agora recebe voz: ela “geme e está juntamente com dores de parto até agora”. Paulo escolhe duas imagens que se completam. O gemido revela sofrimento real; as dores de parto revelam que esse sofrimento não é simplesmente agonia de morte. Há uma nova ordem a caminho. O mundo presente carrega marcas profundas da queda, mas sua história não termina em desgaste progressivo até o nada. Aquilo que geme é também aquilo que espera, porque o Deus que submeteu a criação à frustração o fez “em esperança” e prometeu libertá-la da corrupção (Rm 8.20-21). O sofrimento cósmico possui, portanto, um horizonte: criação → queda → corrupção → gemido → libertação → nova criação.
Paulo fala da “criação toda”, preservando a visão abrangente dos versículos anteriores. O universo criado aparece personificado como uma realidade solidária em sofrimento. Não é apenas determinada região da natureza que denuncia ruptura. A mortalidade atravessa os seres vivos, a deterioração alcança a matéria organizada e a instabilidade acompanha aquilo que construímos. Mesmo onde existe enorme beleza, permanece uma estranha associação entre vida e desaparecimento. As flores cuja beleza Jesus utilizou como testemunho da providência secam (Mt 6.28-30); animais recebem alimento de Deus e ainda assim retornam ao pó (Sl 104.27-30); gerações humanas contemplam a mesma terra enquanto elas próprias passam (Ec 1.4). A criação continua sendo obra de Deus, mas é obra de Deus experimentada sob uma condição que ainda precisa ser libertada.
O “gemido” oferece linguagem bíblica para essa contradição. Há algo no mundo que não está como deveria estar. A morte de uma criança, a devastação de uma enchente, a esterilidade de uma terra atingida pela seca ou o sofrimento de um animal não precisam ser romantizados como se cada elemento da natureza atual representasse diretamente o ideal original do Criador. O próprio NT ensina a olhar para a morte como inimiga a ser destruída, não como bem definitivo da criação (1Co 15.26). Quando Jesus encontrou doença, deformidade, possessão e morte, não as celebrou como expressões necessárias da harmonia natural; curou, libertou e ressuscitou, oferecendo sinais antecipados do reino de Deus (Mt 11.4-5; Lc 7.20-23). O gemido existe porque há uma distância real entre a criação como a experimentamos e a criação como será quando a redenção alcançar sua consumação.
Mas Paulo não diz apenas que a criação geme. Ela sofre “dores de parto”. Essa segunda figura transforma a interpretação da primeira. Há dores que anunciam apenas deterioração; dores de parto anunciam chegada. A mulher em trabalho de parto sofre intensamente, mas a própria natureza de sua dor aponta para um acontecimento que se aproxima. Jesus utilizou imagem semelhante para explicar a passagem da tristeza dos discípulos para a alegria que se seguiria à sua ressurreição: a angústia da mulher é real, mas o nascimento muda a maneira como aquela angústia será posteriormente compreendida (Jo 16.20-22). Em Romanos 8, a criação inteira é retratada dentro dessa tensão: sofre verdadeiramente, mas seu sofrimento não é estéril.
Essa metáfora impede uma interpretação niilista da história. Se Paulo tivesse comparado o mundo apenas a um corpo agonizante, poderíamos imaginar um cosmos lentamente caminhando para simples extinção. A mulher em trabalho de parto, porém, não está apenas perdendo alguma coisa; algo está prestes a nascer. A esperança bíblica não é que Deus finalmente abandone uma criação fracassada, mas que conduza sua obra a uma condição em que corrupção e morte não mais a escravizem (Rm 8.21; 2Pe 3.13; Ap 21.1-5). A linguagem de “nova criação” não descreve triunfo do nada sobre aquilo que Deus fez, e sim triunfo redentor de Deus sobre aquilo que desfigurou sua obra.
Há continuidade e transformação nessa esperança. A mulher que dá à luz continua existindo depois do parto, mas uma condição nova surgiu através de suas dores. De forma semelhante, as Escrituras conseguem falar tanto de uma criação renovada quanto de novos céus e nova terra (Is 65.17; Ap 21.1). Não precisamos resolver todas as questões físicas envolvidas nessa continuidade para compreender a afirmação teológica: aquilo que Deus fará será suficientemente novo para justificar a linguagem de nova criação e suficientemente relacionado à primeira criação para ser apresentado como sua libertação. Paulo não oferece curiosidade cosmológica; oferece esperança redentora.
Isso também esclarece o significado de “até agora”. O gemido atravessou a história desde a sujeição descrita nos versículos anteriores e continuava no momento em que Paulo escrevia. A chegada de Cristo não fez desaparecer imediatamente a mortalidade do mundo. O Messias veio, morreu, ressuscitou e enviou o Espírito, enquanto a criação continuou gemendo. Isso mostra novamente que a redenção bíblica possui etapas. A vitória decisiva aconteceu em Cristo, mas sua aplicação cósmica ainda aguarda consumação (1Co 15.20-28). A ressurreição inaugurou a nova era sem abolir instantaneamente todas as condições da antiga.
Vivemos justamente nesse intervalo. A morte foi vencida no Ressuscitado e ainda enterramos nossos mortos. O Espírito foi dado e nossos corpos continuam mortais (Rm 8.10-11). O reino chegou em Cristo e ainda pedimos: “venha o teu reino” (Mt 6.10). A criação foi destinada à liberdade e continua gemendo. Essas aparentes contradições fazem sentido quando reconhecemos o intervalo entre inauguração e consumação. O cristão não precisa concluir que a promessa falhou porque ainda existe sofrimento; o NT já esperava uma era em que vitória real e gemido real coexistiriam.
Essa percepção é particularmente importante diante de catástrofes naturais. É tentador oferecer respostas simplistas: ou atribuir cada desastre diretamente a uma punição particular de Deus, ou retirar completamente o mundo natural da história teológica da queda e redenção. Jesus rejeitou a primeira simplificação ao recusar a conclusão de que determinadas vítimas de tragédia fossem necessariamente mais culpadas que outras (Lc 13.1-5). Romanos 8 também impede a segunda: a criação inteira está submetida a uma condição de corrupção relacionada ao drama maior do pecado humano. Não precisamos conhecer a razão providencial específica de cada terremoto para reconhecer que vivemos num mundo ainda não consumado.
A metáfora das dores de parto ensina, ao mesmo tempo, que a desordem presente não autoriza desespero. Uma contração dolorosa pode parecer, considerada isoladamente, apenas sofrimento; conhecida dentro do processo do parto, adquire direção. Isso não faz a dor deixar de doer. A esperança cristã nunca precisa negar a intensidade do mal para proclamar sua derrota final. Ela consegue chorar diante do túmulo e confessar ressurreição na mesma cena (Jo 11.25, 33-35). O gemido e a esperança podem ocupar o mesmo coração porque ocupam o mesmo versículo.
Essa combinação fornece uma espiritualidade mais realista que duas alternativas comuns. Um otimismo superficial tenta interpretar cada acontecimento como se tudo já estivesse plenamente bem. O pessimismo absoluto olha para guerras, doenças, envelhecimento e morte e conclui que toda história desemboca em absurdo. Paulo recusa ambos. Algo está profundamente errado — por isso a criação geme. Algo será profundamente renovado — por isso são dores de parto. A fé bíblica consegue enxergar a tragédia sem perder a promessa.
Essa estrutura também altera nossa relação com o tempo. Para quem sofre, a expressão “até agora” pode parecer longa demais. A criação geme há gerações, e muitos cristãos morreram sem ver a consumação. Pedro já precisava responder aos que transformavam a demora em argumento contra a promessa (2Pe 3.3-9). O calendário divino, porém, não pode ser medido apenas pela duração de nossas biografias. Aquilo que parece atraso dentro de algumas décadas pode ocupar outro lugar quando contemplado dentro do propósito eterno de Deus.
Esperar não significa, portanto, que nada esteja acontecendo. O trabalho de parto é precisamente espera cheia de processo. A história não está parada entre a ressurreição e a consumação. O evangelho é anunciado, pessoas são reconciliadas com Deus, o Espírito forma uma humanidade renovada e Cristo reúne seu povo enquanto o momento determinado pelo Pai se aproxima (Mt 24.14; At 1.7-8). O gemido da criação ocorre ao lado da atuação redentora de Deus.
Há ainda uma importante dimensão antropológica nessa imagem. Somos parte da criação cujo sofrimento observamos. Não olhamos de fora para um planeta quebrado como espectadores imunes às suas condições. Nossos próprios corpos obedecem à mortalidade que vemos ao redor. Células envelhecem, capacidades diminuem, doenças aparecem e a morte permanece, se Cristo não retornar antes, parte da experiência humana (Hb 9.27). Por isso, no versículo seguinte, Paulo passa naturalmente do gemido da criação para “nós mesmos” gemendo dentro de nós (Rm 8.23). O sofrimento do cosmos encontra eco no corpo dos redimidos.
Essa continuidade impede uma espiritualidade que despreza o corpo. Quando sentimos fraqueza física, não estamos simplesmente experimentando obstáculo irrelevante à “verdadeira” vida espiritual. Nosso corpo faz parte daquilo que Deus pretende redimir. A doença pode afetar oração, humor, memória e disposição; envelhecimento pode exigir dependência de outras pessoas; dor crônica pode reduzir capacidades que antes pareciam naturais. Nada disso torna alguém menos digno da esperança cristã. Justamente porque o corpo importa, Paulo falará de sua redenção (Rm 8.23).
A criação gemendo também nos ensina a lamentar adequadamente. Lamento não é ausência de fé; pode ser reconhecimento fiel de que determinada realidade ainda não corresponde ao reino consumado de Deus. Os profetas lamentaram ruína, os salmistas perguntaram “até quando?” e Jesus chorou (Sl 13.1-2; Jr 9.1; Jo 11.35). Uma espiritualidade incapaz de gemer diante do mal pode estar menos alinhada a Romanos 8 que uma fé que chora sem abandonar a esperança.
Ao mesmo tempo, nossos gemidos não devem tornar-se adoração da tristeza. A imagem é parto, não túmulo. Há formas de sofrimento em que a identidade de alguém passa a ser construída inteiramente ao redor da ferida. Romanos 8 não diminui a ferida, mas recusa conceder-lhe o direito de definir o futuro. Aquilo que aconteceu conosco pode explicar muitas dores presentes; não possui autoridade para determinar aquilo que Deus fará de nós quando sua obra chegar à consumação (Rm 8.29-30).
Isso é especialmente importante quando determinadas perdas não podem ser revertidas nesta vida. Há pessoas que jamais recuperarão determinada oportunidade, relação ou condição de saúde. O evangelho não precisa prometer que cada história terrestre receberá aqui um fechamento emocional perfeito. Sua esperança é maior: a ressurreição e a nova criação significam que até aquilo que a morte parece tornar definitivamente irreparável permanece dentro do alcance redentor de Deus (1Co 15.52-57; Ap 21.4-5).
A expressão “toda a criação” também nos tira de uma visão excessivamente individualista do sofrimento. Minhas dores importam profundamente, mas não sou a única realidade quebrada aguardando redenção. Pessoas em diferentes povos e épocas conhecem perdas; animais sofrem; ambientes são destruídos; o próprio mundo carrega sinais de deterioração. Perceber essa dimensão pode produzir compaixão. O sofrimento pessoal deixa de ser ocasião para imaginar que fomos singularmente abandonados por Deus e pode tornar-se porta para reconhecer a dor existente ao nosso redor (Rm 12.15).
Isso não significa comparar sofrimentos para decidir qual pessoa tem direito de lamentar. O fato de alguém sofrer mais não torna minha dor inexistente, assim como minha dor não me permite ignorar a dele. A imagem de Paulo é de gemido conjunto. Há algo comunitário até no sofrimento da criação. O pecado fragmenta; a consciência de nossa fragilidade comum pode lembrar-nos de que pertencemos a uma ordem em necessidade de redenção.
A igreja deveria ser um lugar em que essa realidade pode ser reconhecida sem máscaras. Se toda a criação geme e os próprios crentes gemem no versículo seguinte, exigir aparência contínua de triunfo é incompatível com o texto. Há espaço na vida cristã para orações feitas entre lágrimas, para irmãos que precisam ser sustentados e para momentos em que a esperança aparece não como euforia, mas como simples decisão de continuar esperando (Sl 42.5; 2Co 1.8-10).
A diferença cristã não está em nunca gemer; está em saber diante de quem gememos e o que aguardamos. O desespero geme porque imagina que ninguém ouve e nada virá. A esperança pode gemer justamente porque sabe que a realidade presente não é final. Quem não espera cura definitiva poderia aprender a considerar corrupção normal; quem conhece a promessa sente ainda mais profundamente a distância entre o mundo presente e aquilo que Deus prometeu.
Nesse sentido, a esperança pode aumentar nossa sensibilidade ao sofrimento em vez de anestesiá-la. Quanto mais compreendemos a paz, a justiça e a vida da nova criação, mais estranhas se tornam violência, opressão e morte. Jesus não se tornou indiferente à miséria humana por conhecer perfeitamente o reino; sua consciência da vontade do Pai o levou a compadecer-se das multidões (Mt 9.35-36). Esperança escatológica autêntica gera compaixão presente.
Ela também oferece fundamento para agir. Não podemos libertar a criação da corrupção por nosso próprio poder — essa é obra de Deus —, mas podemos produzir sinais coerentes com o futuro que esperamos. Curar quando possível, alimentar quem tem fome, proteger o vulnerável, cultivar a terra responsavelmente, aliviar sofrimento e buscar justiça não inauguram por capacidade humana a nova criação, mas correspondem ao caráter do reino que aguardamos (Mt 25.34-40; Gl 6.10). O futuro de Deus fornece direção ética ao presente sem transformar nossa ação em substituta de sua redenção.
A metáfora do parto preserva aqui um equilíbrio importante. A mãe participa do processo, mas não inventa a vida que está chegando. Da mesma forma, os cristãos são chamados a fidelidade dentro da história sem imaginar que conseguem produzir a consumação por engenharia moral, política ou tecnológica. Podemos combater formas reais de sofrimento; não podemos ressuscitar o cosmos. A libertação final continua sendo ato de Deus.
Isso nos livra tanto da passividade quanto da arrogância messiânica. A passividade diz: “como Deus renovará tudo, nada importa agora”. A arrogância diz: “se trabalharmos suficientemente, produziremos o reino definitivo”. A fé responde: porque Deus renovará todas as coisas, vivemos agora de maneira coerente com esse futuro; e porque somente Deus pode consumá-lo, trabalhamos sem assumir o lugar do Redentor.
As “dores de parto” também lançam luz sobre crises históricas. Guerras, epidemias ou catástrofes podem facilmente produzir previsões apocalípticas imediatas. Jesus advertiu seus discípulos a não concluir precipitadamente que cada guerra ou terremoto significava que o fim havia chegado naquele instante (Mt 24.6-8). A linguagem bíblica permite reconhecer esses acontecimentos como pertencentes às dores de uma criação ainda quebrada sem transformar cada notícia em calendário secreto da volta de Cristo.
A esperança cristã não depende de decifrar manchetes. Depende da promessa daquele que ressuscitou. A criação gemia no primeiro século; continua gemendo hoje; e continuará até a libertação determinada por Deus. “Até agora” não fornece uma data, mas descreve uma condição provisória.
Também há beleza na ideia de que o próprio sofrimento do mundo testemunha contra sua permanência. Se a criação fosse exatamente aquilo que deveria ser, seu gemido seria incompreensível. A consciência de desordem pressupõe algum sentido de ordem. Nossa repulsa diante da morte e da crueldade pode funcionar como eco de que não fomos feitos para aceitar essas realidades como bens definitivos. O evangelho dá conteúdo a esse protesto: morte e corrupção não são eternas.
Isso não significa que toda sensação humana de que “algo está errado” produza automaticamente uma teologia correta. Precisamos da revelação para compreender a queda e a redenção. Mas Romanos 8 oferece justamente essa interpretação revelada: o mundo está submetido à corrupção e aguarda libertação.
A cena torna-se ainda mais poderosa quando lembramos que o Ressuscitado já existe. A criação inteira parece uma mulher ainda em trabalho de parto, mas dentro dessa mesma história já apareceu aquele que pertence à nova era. Cristo ressuscitado não está aguardando que a morte seja vencida em princípio; ele já venceu (Rm 6.9). Por isso, a esperança do cosmos não é simples previsão otimista. Há uma primícia histórica daquilo que será universalmente manifestado (1Co 15.20).
O gemido da criação, então, acontece depois da Páscoa. Essa ordem importa. Não gememos perguntando se Deus algum dia será capaz de vencer a morte; gememos esperando a extensão plena de uma vitória já demonstrada em Cristo. Entre a tumba vazia e a nova criação existe espera, mas não incerteza quanto ao poder daquele que prometeu.
Romanos 8.22 não ensina que tudo está bem. Ensina algo mais forte: tudo não está bem, e Deus não deixará as coisas assim. O gemido identifica a ferida; as dores de parto anunciam o futuro. E Paulo está prestes a mostrar que a criação não sofre sozinha. Os próprios cristãos, embora possuam “as primícias do Espírito”, continuam gemendo enquanto aguardam a adoção em sua manifestação final — “a redenção do nosso corpo” (Rm 8.23). A presença do Espírito não cancela o gemido; transforma-o em espera.
Índice
- Romanos 8.1 ♱ Nenhuma Condenação em Cristo Jesus
- Romanos 8.2 ♱ A Lei do Espírito da Vida
- Romanos 8.3 ♱ Deus Condenou o Pecado na Carne
- Romanos 8.4 ♱ Andando Segundo o Espírito
- Romanos 8.5 ♱ A Mente Voltada para o Espírito
- Romanos 8.6 ♱ A Mente do Espírito é Vida e Paz
- Romanos 8.7 ♱ A Mente da Carne é Inimiga de Deus
- Romanos 8.8 ♱ Quem Está na Carne Não Pode Agradar a Deus
- Romanos 8.9 ♱ O Espírito de Deus Habita em Vós
- Romanos 8.10 ♱ Cristo em Nós: Vida em Meio à Morte
- Romanos 8.11 ♱ O Espírito que Ressuscitará Nossos Corpos
- Romanos 8.12 ♱ Não Somos Devedores à Carne
- Romanos 8.13 ♱ Mortificar o Pecado pelo Espírito
- Romanos 8.14 ♱ Guiados pelo Espírito como Filhos de Deus
- Romanos 8.15 ♱ Do Medo Escravo à Intimidade de Filho
- Romanos 8.16 ♱ O Espírito Testemunha que Somos Filhos de Deus
- Romanos 8.17 ♱ Herdeiros com Cristo: Sofrimento e Glória
- Romanos 8.18 ♱ O Sofrimento Presente e a Glória Futura
- Romanos 8.19 ♱ A Criação Aguarda a Revelação dos Filhos de Deus
- Romanos 8.20 ♱ A Criação Sujeita à Vaidade, mas em Esperança
- Romanos 8.21 ♱ A Criação Será Liberta da Corrupção para a Glória dos Filhos de Deus
- Romanos 8.22 ♱ A Criação Geme com Dores de Parto
- Romanos 8.23 ♱ As Primícias do Espírito e a Redenção do Corpo
- Romanos 8.24 ♱ Salvos em Esperança
- Romanos 8.25 ♱ Esperar com Perseverança
- Romanos 8.26 ♱ O Espírito Ajuda Nossa Fraqueza
- Romanos 8.27 ♱ O Espírito Intercede Segundo a Vontade de Deus
- Romanos 8.28 ♱ Todas as Coisas Cooperam para o Bem
- Romanos 8.29 ♱ Conformes à Imagem do Filho
- Romanos 8.30 ♱ Chamados, Justificados e Glorificados
- Romanos 8.31 ♱ Se Deus é por Nós, Quem Será Contra Nós?
- Romanos 8.32 ♱ Deus Não Poupou Seu Próprio Filho
- Romanos 8.33 ♱ Quem Acusará os Eleitos de Deus?
- Romanos 8.34 ♱ Cristo Morreu, Ressuscitou e Intercede por Nós
- Romanos 8.35 ♱ Quem Nos Separará do Amor de Cristo?
- Romanos 8.36 ♱ Ovelhas para o Matadouro
- Romanos 8.37 ♱ Mais que Vencedores por Meio Daquele que Nos Amou
- Romanos 8.38 ♱ Nem Morte, Nem Vida, Nem Poder Algum
- Romanos 8.39 ♱ Nada Pode Nos Separar do Amor de Deus

