Romanos 8.18 ♱ O Sofrimento Presente e a Glória Futura
Romanos 8.18
A frase anterior terminou com sofrimento e glória; agora Paulo coloca os dois numa balança. Ele não nega o peso daquilo que os filhos de Deus atravessam. Sua conclusão é outra: quando os sofrimentos deste tempo são colocados diante da glória futura, falta proporção entre os dois. A dor pertence ao presente; a glória pertence ao destino para o qual Deus conduz seus filhos (Rm 8.17-18).
“Considero” dá à declaração o caráter de uma avaliação amadurecida. Não é entusiasmo de quem conhece pouco sofrimento. Paulo havia experimentado açoites, prisões, perigos, fome, noites sem dormir e constante pressão pelo cuidado das igrejas (2Co 11.23-28). Quando diz que as aflições presentes não podem ser comparadas à glória futura, não fala como espectador protegido da dor.
Isso impede uma leitura superficialmente otimista. O evangelho não manda alguém ferido fingir que sua ferida é pequena. Há sofrimentos que alteram uma vida inteira: perda, doença, violência, perseguição, solidão, traição. Jesus chorou diante da morte (Jo 11.33-35), e os salmos dão voz a pessoas que passam noites em lágrimas (Sl 6.6; 42.3). A esperança cristã não precisa diminuir a dor para exaltar a glória.
A comparação funciona de maneira diferente. Uma coisa pode ser extremamente pesada quando considerada sozinha e tornar-se pequena quando colocada ao lado de algo incomparavelmente maior. Paulo empregará imagem semelhante ao chamar a aflição presente de momentânea e leve quando comparada ao “eterno peso de glória” (2Co 4.17). Ele não chama seus açoites de agradáveis; muda a escala na qual são avaliados.
O sofrimento possui a tendência de ocupar todo o horizonte. Quando estamos dentro dele, o presente parece tornar-se permanente. Uma noite de dor intensa pode fazer uma pessoa esquecer quantos anos viveu sem aquela dor; uma perda pode reorganizar toda a percepção da realidade. Paulo alarga novamente o horizonte: isto é “o tempo presente”, não a totalidade da história.
Essa delimitação temporal é teologicamente importante. A aflição tem uma época. A glória pertence ao futuro de Deus. O sofrimento pode acompanhar alguém até o último dia desta vida, mas não atravessará intacto a fronteira da ressurreição (Ap 21.4). Aquilo que parece interminável dentro de nossos poucos anos continua sendo finito diante da eternidade.
A fé aprende a colocar prazo sobre aquilo que, emocionalmente, parece não ter fim. Isso não significa saber quando determinada enfermidade passará ou quando uma circunstância mudará. Algumas situações talvez permaneçam enquanto durar esta vida. A esperança cristã é maior: mesmo o sofrimento que não termina antes da morte termina diante da ressurreição (1Co 15.42-44, 54).
Essa perspectiva é especialmente importante quando nenhuma solução temporal aparece. Há orações cuja resposta não consiste na remoção imediata da aflição. Paulo pediu repetidamente que determinada fraqueza lhe fosse retirada e recebeu graça suficiente para atravessá-la (2Co 12.7-9). Nem toda vitória cristã assume a forma de livramento; algumas aparecem como perseverança.
Rm 8.18 oferece uma razão para perseverar sem transformar perseverança em simples resistência psicológica. Há algo do outro lado. O cristão não suporta sofrimento apenas porque desenvolveu grande capacidade de suportar. Ele olha para uma glória que tornará compreensível a decisão de permanecer fiel (Hb 10.35-36).
A palavra “glória” precisa conservar sua amplitude. Não se trata apenas de um ambiente mais agradável depois da morte. Paulo está falando da consumação da obra redentora: participação na vida da nova criação, conformidade plena a Cristo, ressurreição corporal, liberdade da corrupção e manifestação pública dos filhos de Deus (Rm 8.19-23, 29-30).
A glória alcançará aquilo que atualmente nos envergonha. Corpos marcados por enfermidade serão libertados da corrupção (Fp 3.20-21). A luta contra o pecado dará lugar à conformidade plena ao Filho (1Jo 3.2). A condição escondida dos filhos de Deus será manifesta (Cl 3.3-4). Aquilo que hoje conhecemos por promessa se tornará experiência.
Por isso, a glória futura não é simples compensação externa. Deus não coloca um prêmio ao lado de uma pessoa ainda quebrada e chama isso de redenção. Ele transforma a própria pessoa. O sofredor será glorificado; o corpo será redimido; a criação será libertada. A cura chega às raízes daquilo que agora geme.
Isso torna a esperança cristã mais profunda que a expectativa de retornar à vida como ela era antes de determinada tragédia. Muitas vezes oramos para recuperar o passado: a saúde anterior, a família intacta, a segurança que possuíamos. Algumas dessas coisas podem ser restauradas; outras não. A promessa final é maior que a restauração do ontem.
Deus não promete simplesmente devolver o Éden nas mesmas condições em que podia ser perdido. A história caminha para uma criação consumada, marcada pela vitória do Cordeiro e pela presença manifesta de Deus (Ap 21.1-5; 22.1-5). A esperança cristã não olha apenas para trás, procurando recuperar o que caiu; olha para frente, esperando aquilo que ainda não apareceu.
A frase “ser revelada” acrescenta outro aspecto importante. A glória já está ligada aos filhos, mas ainda não é plenamente visível. O mundo os vê em fraqueza, mortalidade e, muitas vezes, insignificância social. Sua verdadeira condição permanece parcialmente escondida (1Jo 3.1-2).
Isso explica por que a vida cristã pode parecer tão contraditória externamente. Um herdeiro de Deus pode morar numa casa simples, enfrentar enfermidade e morrer sem grande reconhecimento. Aos olhos humanos, pouca coisa anuncia glória. Mas o valor de uma semente não pode ser medido apenas pela aparência de sua casca antes de germinar (1Co 15.36-38).
Há uma identidade ainda não manifestada em sua plenitude. O próximo versículo mostrará a própria criação aguardando “a revelação dos filhos de Deus” (Rm 8.19). Hoje eles são filhos pela adoção e pelo Espírito; naquele dia, aquilo que são será manifestado de maneira correspondente à glória recebida.
O futuro, então, não cria do nada uma relação inexistente; revela aquilo que Deus já iniciou. O Espírito já habita (Rm 8.9), já testemunha a filiação (Rm 8.16) e já constitui as primícias do que virá (Rm 8.23). A glória futura é o florescimento pleno de uma vida que já começou.
Essa estrutura do “já” e “ainda não” ajuda a compreender muitas tensões cristãs. Já somos filhos, mas esperamos a plena manifestação da filiação. Já temos vida, mas o corpo continua mortal (Rm 8.10-11). Já possuímos o Espírito, mas ainda gememos. Já fomos reconciliados, mas ainda atravessamos um mundo marcado pela corrupção.
A presença de sofrimento, portanto, não demonstra que a redenção falhou. Revela que ela ainda aguarda consumação. Confundir começo com plenitude cria expectativas que o próprio Novo Testamento não oferece.
Isso é especialmente relevante quando alguém pergunta: “Se Deus me ama, por que continuo sofrendo?”. A pergunta merece respeito, mas Rm 8 reorganiza seus pressupostos. Filiação e sofrimento já foram colocados lado a lado (Rm 8.17). O amor do Pai não é provado pela ausência de toda dor agora, mas pela obra do Filho, pela presença do Espírito e pelo futuro preparado para seus filhos (Rm 5.8; 8.32).
Cristo continua sendo a chave dessa interpretação. Nenhuma vida demonstrou filiação mais perfeitamente que a dele, e nenhuma fidelidade o poupou da cruz. Se sofrimento fosse incompatível com o amor do Pai, o Calvário seria impossível de compreender (Mt 3.17; 27.46).
A cruz também ensina que Deus pode estar operando seus propósitos mais profundos justamente onde as aparências parecem apontar para derrota. Na sexta-feira, a crucificação parecia triunfo dos inimigos; no domingo, tornou-se evidente que Deus estava realizando redenção (At 2.23-24).
Isso não nos autoriza a inventar explicações específicas para cada sofrimento. Nem sempre saberemos dizer por que determinada criança adoeceu, por que alguém fiel morreu cedo ou por que uma injustiça foi permitida. A Bíblia não exige que preenchamos o silêncio de Deus com teorias improvisadas.
O que podemos afirmar é mais seguro: a dor presente não possui autoridade para cancelar a glória prometida. A fé não precisa conhecer todas as causas intermediárias para conhecer o destino final.
Há liberdade em admitir “não sei” sem abandonar “eu espero”. Jó não recebeu uma explicação detalhada para todas as causas de seu sofrimento, mas foi levado novamente à realidade de Deus (Jó 42.1-6). A esperança bíblica suporta mistérios porque repousa no caráter daquele que prometeu.
A comparação de Paulo também relativiza a tirania do instante. O sofrimento costuma dizer: “só existe isto”. A esperança responde: “isto existe, mas não é tudo”. É uma diferença pequena na formulação e imensa para a alma.
Uma enfermidade pode tornar-se parte de minha história sem tornar-se sua conclusão. Uma perda pode marcar quem sou sem definir aquilo que serei. Uma perseguição pode retirar oportunidades, segurança e até a vida presente sem alcançar a herança preparada por Deus (Mt 10.28; 1Pe 1.3-5).
Essa esperança não é escapismo. Quem sabe que a dor não é definitiva pode enfrentá-la com mais verdade, não com menos. O desespero precisa negar ou fugir; a esperança consegue olhar diretamente para a ferida porque sabe que ela não é soberana.
Jesus pôde aproximar-se de leprosos, enlutados e possessos sem fingir que suas condições eram normais (Mt 8.2-3; Lc 7.12-15). A redenção reconhece o que está quebrado justamente porque promete algo melhor.
O mesmo vale para a compaixão cristã. Rm 8.18 jamais deveria ser usado para silenciar quem sofre com uma frase como “isso não é nada perto do céu”. Paulo não diz que a dor não é nada para quem a sente. Ele próprio chorou com os que choravam e ensinou a igreja a fazer o mesmo (Rm 12.15).
Comparar sofrimento e glória é tarefa de esperança, não instrumento para invalidar lágrimas. Há momentos em que o melhor serviço cristão não é explicar, mas permanecer ao lado, chorar e carregar parte do peso (Jó 2.13; Gl 6.2).
A esperança torna-se cruel quando é utilizada para evitar compaixão. O futuro de Deus deveria nos tornar mais presentes à dor alheia, não menos. Sabemos que Deus valoriza corpos, relações e criação justamente porque prometeu redimi-los.
Não há santidade especial em criar sofrimento desnecessário para si ou para outros. A esperança cristã é esperança de libertação, não culto da aflição. A morte é “último inimigo”, não sacramento a ser celebrado por si mesmo (1Co 15.26).
O valor do sofrimento cristão está na maneira como é atravessado em união com Cristo e orientado para a glória, não em alguma qualidade moral inerente à dor. Sofrer não torna automaticamente alguém mais santo; pessoas podem tornar-se amargas dentro do sofrimento. A graça é que pode transformá-lo em espaço de perseverança, esperança e amadurecimento (Rm 5.3-5).
Por isso, as aflições não devem ser romantizadas. Há sofrimento que desorganiza emocionalmente, esgota o corpo e deixa cicatrizes duradouras. A fé não exige que alguém agradeça pelo mal como mal. Pode agradecer porque Deus continua presente e capaz de produzir bem sem chamar o mal de bem (Gn 50.20).
A glória futura também oferece um critério para avaliar aquilo pelo qual vale a pena sofrer. Nem toda causa merece nosso sacrifício. Podemos suportar enormes dificuldades por orgulho, ambição ou escolhas imprudentes. Pedro distingue sofrer por fidelidade de sofrer como malfeitor (1Pe 4.14-16).
Quando, porém, obedecer a Cristo possui custo, a esperança de Rm 8.18 permite escolher fidelidade. O mundo presente exerce grande poder sobre nós porque suas perdas são imediatamente visíveis enquanto a glória ainda não é. A fé aprende a não medir realidade somente pelo que os olhos conseguem enxergar (2Co 4.18).
Isso explica muito da perseverança dos santos. Moisés deixou privilégios porque considerou a reprovação ligada ao povo de Deus superior aos tesouros do Egito, olhando para a recompensa (Hb 11.24-26). Outros aceitaram perda de bens porque sabiam possuir patrimônio superior e permanente (Hb 10.34).
Nenhuma dessas escolhas parece racional se esta vida constituir todo o horizonte. A ressurreição altera a matemática moral. Se existe apenas o presente, preservar conforto a qualquer custo pode parecer sabedoria; se há glória eterna, algumas perdas tornam-se investimentos em fidelidade.
Paulo fala de uma avaliação, não de desprezo pela vida presente. Podemos amar pessoas, apreciar a criação e agradecer pelas alegrias desta vida (1Tm 4.4-5). A esperança futura não exige cinismo em relação aos dons presentes.
Na verdade, saber que a criação pertence a Deus pode aprofundar nossa gratidão. O problema aparece quando um presente temporal precisa carregar o peso de ser nosso bem final. Família, saúde e trabalho são dons maravilhosos; nenhum deles consegue ser herança eterna.
Quando algo criado ocupa esse lugar, sua perda se torna ameaça absoluta. A esperança desloca novamente o centro para Deus. Podemos amar profundamente sem exigir que coisas finitas sejam incapazes de desaparecer.
Esse aprendizado não é fácil. Algumas perdas revelam o quanto nosso coração havia se apoiado sobre algo temporal. O sofrimento pode expor dependências que dias tranquilos deixavam invisíveis (Sl 73.25-26).
Isso não significa que Deus esteja sempre retirando coisas para ensinar lições específicas. Devemos evitar transformar providência em mecanismo simplista. Mas toda aflição pode tornar-se ocasião para a fé reaprender onde está sua herança.
A glória “a ser revelada” também responde ao problema da injustiça não corrigida nesta vida. Há vítimas que morrem sem ver restituição, perseguidores que parecem prosperar e pessoas honestas que terminam seus dias sem reconhecimento. Se a história terminasse no presente, muitas contas permaneceriam moralmente abertas (Sl 73.2-17).
A ressurreição e o juízo significam que a última avaliação ainda não ocorreu (2Co 5.10). Deus não precisa resolver publicamente cada injustiça dentro de nosso calendário para continuar sendo justo. Há um dia em que aquilo que está oculto será trazido à luz.
Isso oferece esperança sem conceder licença para passividade diante da injustiça. Devemos praticar justiça agora (Mq 6.8), defender o vulnerável e fazer o bem enquanto temos oportunidade (Pv 31.8-9; Gl 6.10). Mas não precisamos imaginar que o sucesso completo da justiça depende de nossa capacidade.
A glória futura inclui a vitória do Rei justo. O cristão trabalha no presente sem carregar a ilusão messiânica de que conseguirá corrigir tudo antes da consumação.
O versículo também confronta a maneira como avaliamos o envelhecimento. Cada década traz algumas perdas: vigor, possibilidades e pessoas queridas. Se toda glória estiver atrás de nós, envelhecer será apenas processo de diminuição. Paulo coloca a glória principal adiante.
Isso não remove as dificuldades da velhice, mas modifica sua direção. O homem exterior pode enfraquecer enquanto a proximidade da consumação aumenta (2Co 4.16). O cristão idoso não está apenas mais perto da morte; está mais perto daquilo que Deus prometeu além dela.
A mesma verdade consola quem percebe que certos sonhos legítimos provavelmente não se realizarão nesta vida. Nem toda história termina com casamento, cura, reconciliação familiar, estabilidade ou reconhecimento. O evangelho não precisa prometer artificialmente que Deus concederá aqui todas essas coisas.
Sua promessa é maior: nenhuma ausência temporal conseguirá tornar pobre aquele que participará da glória de Cristo (Rm 8.17). Há desejos que talvez permaneçam não satisfeitos até que Deus transforme a própria estrutura de nossa existência.
Isso não deve ser dito levianamente a quem sofre. Algumas esperas doem exatamente porque envolvem bens verdadeiros. A esperança respeita essa dor e, ao mesmo tempo, recusa tratá-la como prova de que a história fracassou.
A glória futura também relativiza conquistas. Se o sofrimento presente é pequeno diante dela, também nossos maiores sucessos terrenos o são. Carreira, influência, riqueza e fama pertencem igualmente ao “tempo presente” (1Co 7.29-31).
Isso impede que o versículo seja apenas consolo para quem perdeu. É também correção para quem prosperou. Tanto sofrimento quanto sucesso precisam ser avaliados à luz da glória.
Uma pessoa pode desperdiçar a vida tentando escapar de todo sofrimento, e outra pode desperdiçá-la tentando conquistar toda admiração. Ambas atribuem peso excessivo ao presente. Rm 8.18 ensina uma escala diferente.
A fé cristã é, nesse sentido, uma educação do peso. Aprende-se o que realmente pesa e o que parece pesado apenas porque está muito perto dos olhos. Uma pequena moeda junto ao rosto pode esconder uma montanha distante; isso não torna a moeda maior que a montanha.
O sofrimento está perto. A glória ainda é vista por promessa. A proximidade altera nossa percepção, não a grandeza objetiva das coisas.
É por isso que a Escritura chama a esperança de âncora (Hb 6.19). Ela prende a alma a uma realidade que ainda não está diante dos sentidos, impedindo que a tempestade presente se torne a única informação disponível.
Paulo não oferece uma teoria abstrata sobre sofrimento. Ele oferece futuro. Sua resposta não é “a dor é fácil de explicar”, mas “a glória será impossível de comparar”.
Há dores cuja razão talvez permaneça obscura até o fim desta vida. O cristianismo não promete onisciência aos sofredores. Promete ressurreição.
Essa diferença é decisiva. Explicação responde “por quê?”; redenção responde “até quando?” e “para onde?”. Muitas vezes Deus não nos concede a primeira resposta em detalhes, mas oferece abundantemente as outras duas.
Até quando? Até o limite do tempo presente.
Para onde? Para a glória que será revelada.
A própria estrutura do capítulo começa agora a ampliar essa esperança para além do indivíduo. No versículo seguinte, Paulo mostrará que não são apenas os cristãos que aguardam consumação. A criação inteira está inclinada para frente, esperando a manifestação gloriosa dos filhos de Deus (Rm 8.19).
O sofrimento pessoal será colocado dentro de uma criação que também geme, e a glória individual dentro de uma renovação cósmica. A esperança cristã ficará ainda maior: Deus não pretende apenas consolar pessoas dentro de um mundo quebrado, mas libertar o próprio mundo de sua corrupção.
Índice
- Romanos 8.1 ♱ Nenhuma Condenação em Cristo Jesus
- Romanos 8.2 ♱ A Lei do Espírito da Vida
- Romanos 8.3 ♱ Deus Condenou o Pecado na Carne
- Romanos 8.4 ♱ Andando Segundo o Espírito
- Romanos 8.5 ♱ A Mente Voltada para o Espírito
- Romanos 8.6 ♱ A Mente do Espírito é Vida e Paz
- Romanos 8.7 ♱ A Mente da Carne é Inimiga de Deus
- Romanos 8.8 ♱ Quem Está na Carne Não Pode Agradar a Deus
- Romanos 8.9 ♱ O Espírito de Deus Habita em Vós
- Romanos 8.10 ♱ Cristo em Nós: Vida em Meio à Morte
- Romanos 8.11 ♱ O Espírito que Ressuscitará Nossos Corpos
- Romanos 8.12 ♱ Não Somos Devedores à Carne
- Romanos 8.13 ♱ Mortificar o Pecado pelo Espírito
- Romanos 8.14 ♱ Guiados pelo Espírito como Filhos de Deus
- Romanos 8.15 ♱ Do Medo Escravo à Intimidade de Filho
- Romanos 8.16 ♱ O Espírito Testemunha que Somos Filhos de Deus
- Romanos 8.17 ♱ Herdeiros com Cristo: Sofrimento e Glória
- Romanos 8.18 ♱ O Sofrimento Presente e a Glória Futura
- Romanos 8.19 ♱ A Criação Aguarda a Revelação dos Filhos de Deus
- Romanos 8.20 ♱ A Criação Sujeita à Vaidade, mas em Esperança
- Romanos 8.21 ♱ A Criação Será Liberta da Corrupção para a Glória dos Filhos de Deus
- Romanos 8.22 ♱ A Criação Geme com Dores de Parto
- Romanos 8.23 ♱ As Primícias do Espírito e a Redenção do Corpo
- Romanos 8.24 ♱ Salvos em Esperança
- Romanos 8.25 ♱ Esperar com Perseverança
- Romanos 8.26 ♱ O Espírito Ajuda Nossa Fraqueza
- Romanos 8.27 ♱ O Espírito Intercede Segundo a Vontade de Deus
- Romanos 8.28 ♱ Todas as Coisas Cooperam para o Bem
- Romanos 8.29 ♱ Conformes à Imagem do Filho
- Romanos 8.30 ♱ Chamados, Justificados e Glorificados
- Romanos 8.31 ♱ Se Deus é por Nós, Quem Será Contra Nós?
- Romanos 8.32 ♱ Deus Não Poupou Seu Próprio Filho
- Romanos 8.33 ♱ Quem Acusará os Eleitos de Deus?
- Romanos 8.34 ♱ Cristo Morreu, Ressuscitou e Intercede por Nós
- Romanos 8.35 ♱ Quem Nos Separará do Amor de Cristo?
- Romanos 8.36 ♱ Ovelhas para o Matadouro
- Romanos 8.37 ♱ Mais que Vencedores por Meio Daquele que Nos Amou
- Romanos 8.38 ♱ Nem Morte, Nem Vida, Nem Poder Algum
- Romanos 8.39 ♱ Nada Pode Nos Separar do Amor de Deus


